quinta-feira, 19 de março de 2009

Previsões de catástrofes para 2030

O aumento da população mundial e das demandas por água, energia e alimentos poderão provocar uma "catástrofe" em 2030, segundo previsões do principal conselheiro científico do governo britânico, John Beddington. Estudos recentes confirmam o aumento da demanda de energia em 50% e de água potável em 30%. “As mudanças climáticas devem piorar ainda mais a situação”, advertiu o cientista na última quinta-feira, durante a Conferência de Desenvolvimento Sustentável RU 09, em Londres. De acordo com Beddington, a solução seria aumentar hoje a produção agrícola e buscar outros recursos para obter alimentos e energia.Outras conseqüências do aquecimento global, que está mais próximo do que se imaginava, é o sumiço de algumas ilhas, como as Malvinas. E o nível do oceano aumentar cinco metros, prejudicando toda área do continente da América do Sul.





Degelo aumentará em cinco metros o nível do mar.

quarta-feira, 18 de março de 2009

O lado bom da Crise !

Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que a queda na produção industrial dos principais setores exportadores no país levou à redução na emissão de mais de um milhão de toneladas de carbono desde o final do ano passado.
De acordo com o Comunicado da Presidência número 18, que faz uma avaliação dos impactos da crise no país, o volume representa 4,7% das emissões registradas pela indústria paulista, que totalizaram 38 milhões de toneladas em 2006.

A crise aliviou o meio ambiente no Brasil, no entanto, as emissões industriais no Brasil representam uma parcela pequena do volume total de lançamento de gás carbônico (CO2) - cujos maiores emissores são as queimadas. É o desmatamento, e não as emissões industriais, que coloca o Brasil entre os cinco maiores emissores do mundo.





As queimadas colocam o Brasil entre os cinco maiores emissores do mundo.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Curso diminui a distância entre policiais e a população.

Esse ano, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro comemora dois séculos de fundação e quem vai ganhar o presente é a população. Pela primeira vez na história da corporação, praças, cabos e sargentos estão sendo treinados para atuar de maneira mais humana junto à comunidade. Desde o início deste mês, cerca de 250 profissionais da Secretaria de Segurança estão frequentando as aulas do curso "Capacitação para Interação e Mediação Comunitária" e aprendendo táticas voltadas para a sensibilidade das interações sociais.
O treinamento, ministrado pela Fundação Escola de Serviço Público (Fesp), acontecerá até o final de março. Mas a expectativa da PM é capacitar até dezembro 2.500 policiais usando como princípios a dinâmica de interação e atividades de aproximação. O curso é voltado para profissionais que atuam nas rádios patrulhas e, futuramente, no policiamento ostensivo. Uma vez por semana, quatro turmas de 60 militares trabalham a sensibilidade, se abraçando, discutindo as relações humanas e questionando a visão que a sociedade tem da corporação. Todos os alunos têm um objetivo em comum: estar cada vez mais próximo da população.
“Eu tenho medo da polícia, eles parecem os vilões, não os herois”, relata Kleber, de 11 anos.
O curso "Capacitação para Interação e Mediação Comunitária", realizado pela Secretaria de Segurança, acontece no auditório da Fundação Escola de Serviço Público (Fesp), as segundas, terças, quartas e sextas-feiras, das 8h às 12h.

Por Evelyn Madeo

Brasileiros no Japão têm a chance de voltar para casa

Gente, me desculpem pela falta de atualização. Como sabem, comecei a faculdade, dia dois de março desse ano e estava com um pouco de medo dos resultados.
Agora, posso dizer com todas as letras que fazer faculdade é um máximo. As aulas são tranquilas, os professores maravilhosos e claro, os alunos são excelentes. Já fiz muitas amizades e estou trabalhando no jornal impresso: "Estaciente". Vou colocar aqui algumas matérias que escrevi, aproveitem e não deixem de criticar e opinar.

Brasileiros que moram no Japão e sofrem com a crise poderão ser beneficiados com uma passagem de volta para o Brasil.A iniciativa é do governo de Gifu, localizada na região central do arquipélago e que concentra a quarta maior população de imigrantes brasileiros no país, são quase 20 mil.
Segundo o responsável pelo Departamento de Relações Internacionais da Província de Gifu, Yutaka Nita, trata-se de um financiamento destinado às pessoas que querem ir embora, mas não têm recursos, ou àquelas que conseguiram juntar apenas um mínimo de dinheiro para recomeçar a vida no Brasil.
O limite máximo do empréstimo é de cerca de US$ 5,8 mil por família. Mas como o dinheiro será usado exclusivamente para a compra da passagem, a pessoa que conseguir a ajuda vai receber apenas o bilhete e não o dinheiro.
Para ter direito ao empréstimo é necessário preencher alguns requisitos, como ter nacionalidade brasileira, ser morador da província há pelo menos sete meses, estar desempregado, não ter dinheiro depositado em banco ou outros bens e ter dependentes.
O primeiro embarque está previsto para o dia 29 deste mês. Os brasileiros que conseguirem a ajuda terão de voltar ao Brasil até 24 de abril. Nita destacou que o objetivo do governo com esse projeto não é mandar os brasileiros embora.
A grande maioria dos brasileiros demitidos na província de Gifu trabalhava em fábricas de autopeças e de eletrônicos. No Japão todo, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos, cerca de 50 mil brasileiros estão sem emprego. Kátia Pellosi, de 28 anos, é uma das que não conseguem mais colocação no mercado de trabalho. Ela está parada desde novembro do ano passado. O marido, Sandro Luís do Espírito Santo, 28 anos, cumpre aviso prévio até a semana que vem. Sem perspectiva de melhora da situação, o casal entregou o apartamento, vendeu o que conseguiu e foi morar com os pais de Kátia. Há dois anos no Japão, os dois não fizeram poupança e agora recorrem à ajuda da província. "Nossa esperança é conseguir essa passagem financiada", disse Sandro.


Por Evelyn Madeo