Os pecados capitais estão mais frenquentes a cada dia nas nossas vidas. Pecar? Todos pecam, mas em quais ocasiões? Pra quê? É tão complicado ter percepções do que se faz de errado. E é errado então pecar? Preocupar-se com a beleza no século XXI onde ela é a nossa arma é pecar? Querer comer bem, tendo comidas fartas é pecar? Por que eu peco se tenho vontade de economizar pra ter mais tarde? Ou então ter vontade de querer o que é do outro?
Se então é pecado, desculpe, mas todos nós já pecamos sim!
Eu já senti inveja da minha melhor amiga quando ela apareceu em casa com um namorado lindo dos olhos azuis. Eu já tive gula e comi demais aquele prato gostoso quando minha mãe resolveu fazer comida. Eu fico horas me arrumando, fazendo chapinha, me maquiando e combinando peças de roupa, porque sou vaidosa. Eu já disse que não tinha dinheiro, quando na verdade eu tinha. Eu já quis ficar deitada o dia todo, sem fazer nada num domingo. Eu já me irritei profundamente e me descabelei. E daí? Já pequei muitas vezes. Tenho todos os pecados na minha lista. E quem não tem teto de vidro, que atire a primeira pedra!
Algumas frases interessantes sobre os sete pecados capitais:
Inveja: “A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível, mas porque se trata de uma aversão a si mesmo”.
Gula: “Gula é comer além do necessário para se alimentar. Para alguns, o prazer de comer passou a ser um fim em si mesmo; esse é o erro”.
Avareza: “O pobre carece de muitas coisas, mas o avarento carece de tudo”.
Luxúria: “A luxúria dança tango, flamenco e gafieira; canta a plenos pulmões, qualquer canção que lhe cause prazer. A luxúria é o pecado mais autêntico de todos”.
Vaidade: “A necessidade de sentir-se amado e ser aceito entre os seus, também traz consigo o desejo de admiração, que quando levado ao exagero, transforma-se em vaidade”.
Ira: “Ira é um sentimento mental e emotivo de conflito com o mundo externo ou consigo mesmo, que controlamos pouco e manejamos pior ainda, deixando-nos fora de nossas ações”.
Preguiça: “Se o homem não fosse preguiçoso, não existiria o carro”.