Gente, me desculpem pela falta de atualização. Como sabem, comecei a faculdade, dia dois de março desse ano e estava com um pouco de medo dos resultados.
Agora, posso dizer com todas as letras que fazer faculdade é um máximo. As aulas são tranquilas, os professores maravilhosos e claro, os alunos são excelentes. Já fiz muitas amizades e estou trabalhando no jornal impresso: "Estaciente". Vou colocar aqui algumas matérias que escrevi, aproveitem e não deixem de criticar e opinar.
Brasileiros que moram no Japão e sofrem com a crise poderão ser beneficiados com uma passagem de volta para o Brasil.A iniciativa é do governo de Gifu, localizada na região central do arquipélago e que concentra a quarta maior população de imigrantes brasileiros no país, são quase 20 mil.
Segundo o responsável pelo Departamento de Relações Internacionais da Província de Gifu, Yutaka Nita, trata-se de um financiamento destinado às pessoas que querem ir embora, mas não têm recursos, ou àquelas que conseguiram juntar apenas um mínimo de dinheiro para recomeçar a vida no Brasil.
O limite máximo do empréstimo é de cerca de US$ 5,8 mil por família. Mas como o dinheiro será usado exclusivamente para a compra da passagem, a pessoa que conseguir a ajuda vai receber apenas o bilhete e não o dinheiro.
Para ter direito ao empréstimo é necessário preencher alguns requisitos, como ter nacionalidade brasileira, ser morador da província há pelo menos sete meses, estar desempregado, não ter dinheiro depositado em banco ou outros bens e ter dependentes.
O primeiro embarque está previsto para o dia 29 deste mês. Os brasileiros que conseguirem a ajuda terão de voltar ao Brasil até 24 de abril. Nita destacou que o objetivo do governo com esse projeto não é mandar os brasileiros embora.
A grande maioria dos brasileiros demitidos na província de Gifu trabalhava em fábricas de autopeças e de eletrônicos. No Japão todo, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos, cerca de 50 mil brasileiros estão sem emprego. Kátia Pellosi, de 28 anos, é uma das que não conseguem mais colocação no mercado de trabalho. Ela está parada desde novembro do ano passado. O marido, Sandro Luís do Espírito Santo, 28 anos, cumpre aviso prévio até a semana que vem. Sem perspectiva de melhora da situação, o casal entregou o apartamento, vendeu o que conseguiu e foi morar com os pais de Kátia. Há dois anos no Japão, os dois não fizeram poupança e agora recorrem à ajuda da província. "Nossa esperança é conseguir essa passagem financiada", disse Sandro.
Por Evelyn Madeo
Um comentário:
que interessante isso.
eu nao sabia q a crise estava tão ruim lá fora tb.
beijos
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